Observatório de Remoções

Entre 2015 e 2016 fiz parte da equipe do Observatório de Remoções, um projeto desenvolvido pelo LABCidade (Laboratórios do Espaço Público e Direito à Cidade), LABHAB (Laboratório de Habitação) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo,  Universidade Federal do ABC e com apoio da Fundação Ford.

Um dos objetivos do projeto é o mapeamento, em diferentes escalas, de grupos com alto grau de vulnerabilidade socioambiental impactados por remoções urbanas involuntárias decorrentes da implantação de projetos de desenvolvimento, conflitos fundiários coletivos e incidência de riscos geológicos.

Junto à equipe do Observatório de Remoções, desenvolvi uma série de 08 mini-documentários que retratam algumas das ações do grupo.

Mais informações sobre o Observatório de Remoções:

https://www.observatorioderemocoes.fau.usp.br

https://www.facebook.com/observatorioderemocoes

 


 

Museu dos [corpos] Invisíveis

Um documentário colaborativo sobre a cidade de São Paulo pensada como um campo de embate entre visibilidade e invisibilidade. Dividido em cinco blocos temáticos, coloca foco nos corpos que a historiografia tradicional subtraiu do discurso sobre a cidade: mulheres, homossexuais, trans, negros, os moradores da periferia, os sem-teto e o poder biopolítico.

Discute: sexualidade, feminismo e políticas de gênero, segregação racial, periferia, vigilância, emergência, tribos queer e a vida nas ruas. O documentário é composto por entrevistas com artistas, ativistas e pensadores, somadas a imagens produzidas por um grupo de alunos do curso de Design da FAUUSP.

Um projeto de Giselle Beiguelman e Lucas Bambozzi
SP_Urban Digital Festival 2016

Câmera e edição:
Lucas Bambozzi e Lucas Gervilla

Produção:
Maya Messina

Exibição de Museu dos [corpos] Invisíveis na Cinemateca Brasileira.

IntranspoRníveis

IntranspoRníveis

IntranspoRníveis é uma performance sobre fronteiras humanas invisíveis com as quais nos deparamos todos os dias.Fragmentos de filmes pornográficos desde o início do século são manipulados em tempo real e projetados sobre um cenário tridimensional. As imagens são controladas por Lucas Gervilla e Paloma Oliveira enquanto os músicos Aécio de Souza, Paulo Gallian utilizam vozes, instrumentos acústicos e eletrônicos para fundir improviso sonoro com imagens, alterando os timbres e texturas esperados, a performer Thaís de Almeida Prado manipula analogicamente um projetor Super8 criando um diálogo contrastado que busca tangenciar as representações audiovisuais, metáfora das relações humanas.

O trabalho IntranspoRníveis foi exibido na 3ª Mostra Live Cinema. Uma performance coletiva criada pelos artistas Aécio de Souza, Lucas Gervilla, Paloma Oliveira, Paulo Gallian e Thaís de Almeida Prado. A performance é resultado de pesquisas que integram video-mapping, música, interpretação ao vivo e a criação de narrativas visuais baseadas nas relações em sociedade.

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VMM – Valhalla Metal Magazine

Meu sexto curta-metragem, VMM – Valhalla Metal Magazine.

VMM – Valhalla Metal Magazine
Direção: Lucas Gervilla
Direção de Produção: Marta Schneider
Produção Executiva: Vinicius Tomasi
Sorocaba, 2016.

“A Valhalla sempre foi muito fiel aos leitores e aos fãs do Metal!” Essas são as palavras de Rafael Bittencourt, guitarrista do Angra, a respeito da revista Valhalla, uma das principais publicações impressas especializadas em rock e heavy metal editadas no Brasil de 1996 a 2007.

Intitulado “VMM – Valhalla Metal Magazine”, o curta reune entrevistas com pessoas que fizeram parte da equipe da revista, como o fundador e editor Eliton Tomasi, o fotógrafo Flávio Hopp, o colunista Amyr Cantusio Jr, além de personalidades do rock nacional, como o já citado Rafael Bittencourt, o proprietário da Die Hard Records, Fausto Mucin, entre outros.

Fundada em Julho de 1996 ainda no formato fanzine, a Valhalla teve um total de 42 edições publicadas ao longo de 11 anos de atividades. Nesse período, chegou a fazer parte do rol de publicações da editora HMP, e nos dois últimos anos de atividades, passou a ser lançada no Brasil como a versão nacional da revista alemã Rock Hard, sendo então chamada Rock Hard-Valhalla.

Para o diretor Lucas Gervilla, que também chegou a ser colaborador da Valhalla, trabalhar neste documentário foi um desafio.
“O formato cinema documentário é sempre um desafio, pois cada filme apresenta suas particularidades. No caso do VMM o desafio foi contar em 15 minutos uma história de mais de uma década e que envolveu um número enorme de pessoas.Esperamos que isso traga boas lembranças aos antigos leitores e instigue as pessoas que não chegaram a conhecer a Valhalla a procurarem por uma crítica especializada e sem papas na língua”.

Com produção executiva de Vinicius Vieira Tomasi, o projeto foi beneficiado com recursos da “LINC” – Lei de Incentivo a Cultura – da cidade de Sorocaba, onde a revista foi fundada e sempre manteve sua redação.

Informações para Imprensa:
SOM DO DARMA – Management, Booking, Press & Promotion
contato@somdodarma.com.br
somdodarma.com.br
(15) 3211-1621